quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

Como ter um bom dia...



Acorde em festa....acorde com um sorriso largo, abra a janela deixe o dia entrar, faça uma oração, agradeça sempre...ligue a tv ou coloque uma música, deixe o som fazer parte da sua manhã. Tome banho cantando e escove os dentes gargalhando...se admire no espelho, se perfume, se hidrate, se toque ...coloque uma roupa escândalo, admire o céu antes de sair de casa...olhe além...e tome aquele café da manhã luxo total...ai delícia!!!!!
Acorde em festa...e seja a festa de alguém!!!!!

Beijosssss

terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

"Existe um fato evidente que parece inteiramente moral: é que um homem é sempre a presa de suas verdades. Uma vez reconhecidas, ele não saberia se desligar delas. E é preciso pagar um tanto por isso. Um homem que tomou consciência do absurdo se vê atado a ele para sempre. Um homem sem esperança e consciente de sê-lo não pertence mais ao futuro. Isso está na ordem. Mas está igualmente na ordem que ele se esforce por escapar ao universo de que é criador. " (Albert Camus, em "O Mito de Sísifo").
Um trecho de Luis Fernando Verissimo pra acalmar teu coração:

"Pros erros há perdão,
pros fracassos,chances.
Pros amores impossíveis,tempo.
De nada adianta cercar um coração vazio ou economizar alma.
Um romance cujo fim é instantâneo ou indolor não é romance
Não deixe que a saudade sufoque,que a rotina acomode,que o medo impeça de
tentar..."

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

Tá limpo


Texto: Inês de Castro
Fotos Adel | Awad Still
Carlos Cubi
Revista: Elle

Limpar, tonificar, hidratar e renovar. Em dias de altíssima poluição, umidade relativa do ar em oscilação e muito stress, essas quatro ações garantem aquilo com que a gente sonha para a pele: juventude. Afinal, não adianta nada investir uma fortuna em cremes de alta performance ou ácidos revolucionários se a higiene não é respeitada. ELLE entrevistou dermatologistas campeãs e garimpou produtos eficazes para dar ao seu rosto o melhor. Experimente.

Limpeza: operação diária
Você tem aflição de sair de casa com o cabelo mais ou menos limpo? Com o rosto deveria ser a mesma coisa. Mas como escolher um bom limpador? De acordo com a dra. Ligia Kogos, de São Paulo, dermatologista da apresentadora Eliana, além de muitas globais e socialites, ele simplesmente tem de ter poder de limpeza. “Não adianta escolher produtos muito suaves, achando que serão menos agressivos, se eles não cumprem a função de retirar as impurezas dos poros”, explica. Para Adriana Vilarinho, dermatologista de São Paulo que trata do rosto de nove entre dez modelos (entre elas a übermodel Gisele Bündchen), alguns maus hábitos também precisam ser policiados. “Tem gente que acha que basta usar um sabonete facial várias vezes por dia. Se ele não for adequado, pode acabar ressecando ou desidratando o rosto e até desequilibrar o pH da pele”, adverte.

Tônico: ritual completo
Pouca gente se dá ao trabalho de usar um tônico para finalizar a operação de limpeza. É verdade que a loção, o gel ou o leite de limpeza têm uma ação detergente e removem as impurezas acumuladas no rosto. Entretanto, muitas vezes deixam resíduos que acabam obstruindo os poros. “Usar um limpador e dispensar o tônico pode desequilibrar o pH, ressecando e dando a sensação de repuxamento”, explica a dermatologista Doris Hexsel, de Porto Alegre. “Para as peles normais, o tônico normaliza o pH e, por isso, dispensa muito álcool na fórmula. As oleosas pedem um produto com a concentração de 50% de álcool, que ajuda a retirar os resíduos de gordura. As secas exigem um tônico com ativos hidratantes que têm a função de acalmar e amaciar”, recomenda.
Máscaras: toque de classe
O sonho de toda mulher é mergulhar de vez em quando numa sessão agora-vou-cuidar-de-mim. E uma das imagens que vêm à cabeça é o rosto coberto por uma máscara. Ter uma esteticista à disposição para aplicar o produto seria o ideal. Mas quase nunca dá tempo, o que não precisa ser mais um motivo de stress em sua vida. Há produtos que cumprem o papel de dar um up no visual, recuperando o viço e a luminosidade. Portanto, uma vez por semana vale reservar um tempinho para cobrir o rosto com uma máscara adequada a sua necessidade.
Exfoliação: faxina completa
Nem todo capricho na limpeza diária ou a aplicação de uma máscara fazem com que certas peles respondam com um aspecto liso, uniforme e luminoso. Elas precisam de algo a mais: a renovação. “A exfoliação é um tipo de peeling muitíssimo suave, pois as pequenas esferas dos produtos removem as células mortas, que são mais superficiais. Isso ajuda a tornar a pele, mesmo a normal e sem problemas, mais receptiva aos cremes de tratamento”, afirma a dermatologista Ana Lucia Recio, de São Paulo, que trata do rosto impecável da atriz Bia Seidl. Mas o exfoliante é um cosmético que exige cuidado no uso. “Pessoas que sofrem com ressecamento e irritação devem consultar um dermatologista antes de adotar um exfoliante para evitar agressões e irritações no rosto. E, mesmo assim, jamais usar em excesso”, alerta a dermatologista Patrícia Rittes, de São Paulo. A maioria dos médicos indica o uso do produto semanalmente para peles normais, uma vez a cada cinco dias para as oleosas e entre 30 e 45 dias para as secas. Ligia Kogos acrescenta: “O exfoliante é eficaz contra cravos pretos no nariz, na testa e no queixo. Mas é contra-indicado no caso de quem usa produtos com ácido retinóico, que já promove uma descamação, só que num nível muito mais profundo”.
Demaquiante: necessidades especiais
A maquiagem é a nossa companheira inseparável. Quem consegue dispensar um batom ou um rímel? Assim como fazem toda a diferença no seu look, podem virar vilãs se não forem retiradas com o devido cuidado. O demaquiante deve ser escolhido de acordo com os cosméticos que a gente usa. “Maquiagem composta de pó, blush, batom e rímel leve sai com creme, espuma, gel de limpeza ou sabonete dermatológico. Mas rímel à prova d’água pede um removedor especial”, recomenda Ligia. “O make up para a região dos olhos contém maior concentração de pigmentos e fixadores. Portanto, não dá para abrir mão de um produto formulado com uma boa quantidade de óleo”, completa Doris Hexsel. Para saber se você está fazendo a escolha certa, a dermatologista Patricia Rittes ensina um truque infalível: “O bom demaquiante remove a maquiagem rapidamente e sem causar irritações. Se você precisa ficar esfregando, troque de produto”.

Por que ainda somos tão românticas?

Texto: Cacilda Guerra
Revista Bons Fluidos

Era uma vez um jovem de um vilarejo inglês que partiu para uma viagem cheia de perigos rumo a um reino habitado por bruxas, fadas, magos, duendes e unicórnios. O motivo: buscar uma estrela cadente para presentear a mulher amada. O enredo faz parte do universo dos contos de fadas, só que em versão para adultos. Trata-se de Stardust ­ publicado em 2001 pela ed. Conrad e escrito por Neil Gaiman, o queridinho do mundo dos quadrinhos. Agora, ele vai para o cinema ­ de acordo com o site oficial, o filme estréia em 10 de agosto, com um elenco de grandes nomes: Michelle Pfeiffer, Robert de Niro e Claire Danes.
Em meados dos anos 1980, o roteirista Neil Gaiman lançou seu primeiro livro de quadrinhos pelo selo Vertigo, da americana DC Comics. A idéia era agradar ao público já crescido, uma vez que a DC faz gibis de super-heróis. Deu certo, e exatamente porque Gaiman fisgou o leitor com suas histórias, que permeiam os contos de fadas, os sonhos e a magia, e agradou em cheio às mulheres, que têm se tornado, nos últimos anos, leitoras vorazes desse tipo de literatura. Como isso foi possível? Em Stardust, por exemplo, Gaiman explora com sensibilidade temas que, desde sempre, atraem o universo feminino: o romantismo, o príncipe encantado, a promessa de um grande amor.
Em meio à conquista da mulher no mercado de trabalho, na política e áreas afins, fica difícil não questionar: por que, afinal, continuamos tão românticas?

ENREDO MELOSO
Atire o primeiro saquinho de pipoca quem, no escurinho do cinema, nunca se emocionou com uma história de amor bem contada. Do cult Casablanca ao recente Um Lugar na Platéia, passando por campeões de bilheteria, como Uma Linda Mulher e Quatro Casamentos e Um Funeral, os encontros e desencontros desses e outros enredos românticos nos tocam porque a vivência amorosa faz parte do repertório de experiências de pessoas de todas as épocas. Basta lembrar os inúmeros casais que povoam a imaginação desde tempos remotos: Ulisses e Penélope, Tristão e Isolda, Marco Antônio e Cleópatra, Abelardo e Heloísa, Romeu e Julieta, Cinderela e o Príncipe, Spencer Tracy e Katherine Hepburn... “Não importa se são pessoas reais ou fictícias, figuras históricas ou míticas. Suas paixões, êxtases, fidelidade ou traição, dores e despedidas, a história, enfim, desses amores exerce um profundo fascínio sobre todos nós”, escreve a psicóloga Noely Montes Moraes em seu livro Fica Comigo para o Café da Manhã (ed. Olho d’Água).
Embora o amor seja um fenômeno universal, Noely explica que ele adquire formas de expressão condicionadas pela cultura. Algumas, como filmes e músicas, têm uma influência limitada ao período de seu surgimento, enquanto os mitos e os contos de fadas, por abordarem aspectos perenes, ultrapassam a época e as fronteiras geográficas, inspirando o imaginário e o comportamento de inúmeras gerações.
ULTRA-ROMÂNTICOS
Herdamos um jeito de encarar o amor que, embora já aparecesse em algumas obras literárias de períodos anteriores, reinou com força total entre o século 18 e o 19, com o romantismo. Esse movimento estético criou um modelo de arte e estilo de vida cujas características principais eram a idealização da realidade, a tendência ao sonho e o predomínio do sentimento sobre a razão. O amor era sublime e rimava com dor, renúncia e, às vezes, até com morte. E, quando dava certo, era um passaporte para a felicidade, ainda que conquistado apenas depois de muito sacrifício.
Só que, nos contos e romances com final feliz, não aparece um detalhe fundamental: a vida continua depois do The End. Não existe o “foram felizes para sempre” como uma meta a ser alcançada e pronto, sem que seja preciso cultivar a relação no cotidiano. Além do mais, nem sempre o amor transcorre como pensávamos. Com o passar do tempo, as pessoas mudam, assim como as circunstâncias que envolvem a convivência a dois. Não é difícil supor, por exemplo, que Romeu e Julieta, se não tivessem tido um fim trágico, provavelmente viveriam às turras, um criticando a família do outro o tempo todo.
Contudo, por acreditar que a vida real deve seguir o mesmo roteiro da ficção, muitas mulheres criam expectativas exageradas sobre a realização afetiva, reunidas num pacote que inclui não só o amor eterno como também o parceiro ideal e o relacionamento perfeito. “Crescemos iludidas por esses contos e histórias, e precisamos nos desiludir, lidar com nossas questões amorosas no mundo real, não num mundo idealizado”, aconselha a psicóloga Lúcia Rosenberg. O que não significa, em absoluto, levantar e defender a bandeira do anti-romantismo, sufocar todo e qualquer sonho e abrir mão da capacidade de se deixar encantar.
MENOS AÇÚCAR, MAIS AFETO
Haveria, então, uma alternativa ao “romantismo água com açúcar”? A resposta é sim: um romantismo maduro, baseado na realidade da vida, e não em fantasias e desejos impossíveis de concretizar. Viver isso é cuidar de quem se ama, ter prazer em descobrir como o parceiro é e se permitir ser descoberta por ele, revelar-se (em vez de esperar que ele adivinhe) e permitir que ele se revele. É um encontro que se caracteriza pela maleabilidade, pela aceitação do outro, pela flexibilidade em saber fazer concessões.
Praticar esse romantismo maduro garante que a relação seja mais duradoura? Isso é um mistério. Que ajuda, não há dúvida, como exemplifica a psicóloga Lúcia: “Em geral, a primeira coisa de que as pessoas esquecem, depois de conquistar o parceiro e começar uma convivência mais íntima, é usar o ‘por favor’ e o ‘muito obrigado’, como se essas delicadezas não fossem mais necessárias. O romântico maduro faz diferente: se preocupa em demonstrar gentileza, em se cuidar para o outro. Com isso, a chama do amor tem boas chances de se manter acesa por anos”.
No entanto, pode acontecer de o casal estar atento a esses pequenos cuidados mútuos e, ainda assim, a relação chegar ao fim ­ e não necessariamente porque surgiu uma terceira pessoa. É que existe outra realidade que o romantismo água com açúcar, traiçoeiro como é, não nos ensinou a aceitar: como tudo que é vivo, o amor também morre. Mas ninguém precisa morrer junto com ele. É por isso que a gente parte para outras. Afinal, amar é bom e, pensando bem, por que não viver vários amores sucessivos, em vez de apostar apenas em um único, eleito como “o verdadeiro”? Para o romântico maduro, todos os amores, independentemente da duração, são sempre verdadeiros.

Amor é pensamento, teorema
Amor é novela
Sexo é cinema
Amor e Sexo, Rita Lee

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

Muita diversão e energia!!!!!

Eu desejo que desejes ser feliz de um modo possível e rápido, desejo que desejes uma via expressa rumo a realizações não utópicas, mas viáveis, que desejes coisas simples como um suco gelado depois de correr ou um abraço ao chegar em casa, desejo que desejes com discernimento e com alvos bem mirados.
Mas desejo também que desejes com audácia, que desejes uns sonhos descabidos e que ao sabê-los impossíveis não os leve em grande consideração, mas os mantenha acesos, livres de frustração, desejes com fantasia e atrevimento, estando alerta para as casualidades e os milagres, para o imponderável da vida, onde os desejos secretos são atendidos.

( Clarice Lispector)